A Síndrome de Down está associada a uma maior frequência de distúrbios da tireoide, principalmente hipotireoidismo. Isso ocorre porque alterações genéticas relacionadas à trissomia do cromossomo 21 podem influenciar o funcionamento do sistema imunológico e das glândulas endócrinas.
Por esse motivo, o monitoramento periódico da função tireoidiana (como a dosagem de TSH e T4) é recomendado desde os primeiros anos de vida. O diagnóstico precoce permite iniciar tratamento adequado e evitar impactos no crescimento, desenvolvimento cognitivo e qualidade de vida.
O acompanhamento contínuo na Atenção Primária à Saúde é fundamental para garantir cuidado integral, identificação precoce de alterações e promoção da saúde das pessoas com Síndrome de Down.
BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de atenção à pessoa com Síndrome de Down. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
Conteudista: Luisa Larchert – Enfermeira Integrativa e Sanitarista
Teleconsultora de enfermagem – Núcleo de Telessaúde do Estado da Bahia