Transição da insulina nph para a insulina glargina

VOCÊ SABIA?  

Que o Ministério da Saúde publicou a Nota Técnica Conjunta nº 169/2026 que estabelece a estratégia de transição da insulina humana NPH para a insulina glargina no âmbito da Atenção Primária à Saúde?  

Estamos diante de um cenário de restrição global na produção de insulinas humanas. Diante disso, o Ministério da Saúde estruturou a estratégia de transição de insulinas humanas (NPH) para a insulina de ação prolongada (glargina) visando garantir o abastecimento ininterrupto e qualificar o tratamento da diabetes mellitus no SUS.  

O Ministério da Saúde, planeja a implementação dessa transição de forma gradual e programada em todo o território nacional e, nos últimos meses, foi conduzido um projeto piloto para a migração gradual do fornecimento de insulina NPH para glargina no Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná com o objetivo de avaliar aspectos operacionais, assistenciais e relacionados à organização do território, além de possíveis desafios nessa transição.  

Foi definido o público elegível para essa transição terapêutica e, para isso, foram considerados aspectos clínicos e assistenciais relacionados ao manejo da DM especialmente em crianças, adolescentes e pessoas idosas. Estes grupos apresentam maior vulnerabilidade clínica, maior risco de hipoglicemia e necessidade de esquemas terapêuticos mais estáveis e seguros.  

Para as pessoas que atendem aos critérios para transição de insulina e atualmente utilizam insulina NPH, recomenda-se que os profissionais prescritores realizem a substituição para glargina.  

 

 

REFERÊNCIA:  

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Nota Técnica Conjunta nº 169/2026-DAF/SCTIE/DEPROS/SAPS/DAET/SAES/MS: orientações para transição da insulina humana (NPH) para insulina análoga de ação prolongada (glargina) no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2026. Disponível em: Gov.br – Nota Técnica Conjunta nº 169/2026. Acesso em: 25 jun. 2026.  

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