Podcasts – Momento Telessaúde Bahia

#108 Cuidados Paliativos de Idosos.

O podcast aborda informações importantes sobre o papel do profissional de saúde nos cuidados paliativos de idosos.

Referências:

ANDRADE, D. D. B. C.; ALMEIDA, M. M. R.; SOUSA, F. de F.; TIMM, M. O papel da atenção primária à saúde em cuidados paliativos de idosos / The role of primary health care in palliative care for the elderly. Brazilian Journal of Development[S. l.], v. 6, n. 6, p. 35307–35320, 2020. DOI: 10.34117/bjdv6n6-172. Disponível em: https://brazilianjournals.com/ojs/index.php/BRJD/article/view/11297. Acesso em: 26 oct. 2022.

ARCANJO, S. P. et al. Características clínicas e laboratoriais associadas à indicação de cuidados paliativos em idosos hospitalizados. Einstein (São Paulo), v. 16, n. 1, p. 1-8, abr. 2018.

AZEVEDO, C; RATES,  C;  PESSALACIA,  J;  &  da  MATA,  L.  Prospects  for  palliative  care  in  primary healthcare:adescriptivestudy.OnlineBrazilianJournalofNursing[Internet]2016[acesso em 25 Out 2022]; 15(4), 683-93. Disponível em: https://www.objnursing.uff.br/index.php/nursing/article/view/5370

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Caderno de atenção domiciliar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013.

PESSALACIA, J. D. R. et al. Equidade no acesso aos cuidados paliativos na atenção primária à saúde: uma reflexão teórica. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, [S.L.], v. 1, n. 6, p. 2119-2139, abr. 2016.

RIBEIRO, J. R; POLES, K. Cuidados Paliativos: Prática dos Médicos da Estratégia Saúde da Família. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 43, n. 3, p. 62-72, jul. 2019

OLIVEIRA, I. B. Cuidados paliativos domiciliares. In: Santos, F. S. (Ed.). Cuidados paliativos: diretrizes, humanização e alívio de sintomas. São Paulo: Atheneu, 2011. p. 31-38.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). National cancer control programmes: policies and managerial guidelines world. Geneva: WHO, 2002.

 

Conteudista: 

Adriele Taiane dos Santos Souza- Médica residente de Medicina de Família e Comunidade (FESF/SUS)

Telessaúde Bahia – Cuidados paliativos. ANO 2022. 

 
 

#107 Pneumonias Adquiridas na Comunidade

O podcast aborda informações importantes sobre a Pneumonia. O que é? Formas de transmissão, diagnóstico, principais sintomas e tratamento

Referências:

GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Leda Chaves. Tratado de Medicina de Família e Comunidade – Princípios, Formação e Prática. 2. ed. Porto Ale gre: Artmed; 2019.

Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseada em evidências / organizadores, Bruce B. Duncan … [et al]. – 5. Ed. – Porto Alegre: Artmed, 2022

Corrêa, Ricardo de Amorim et al. 2018 recommendations for the management of community acquired pneumonia. Jornal Brasileiro de Pneumologia [online]. 2018, v. 44, n. 05 [Accessed 20 October 2022] , pp. 405-423. Available from: <https://doi.org/10.1590/S1806-37562018000000130>. ISSN 1806-3756. https://doi.org/10.1590/S1806-37562018000000130

Conteudista: 

Júlio Guerra- Médico residente de Medicina de Família e Comunidade (FESF/SUS)

Telessaúde Bahia – Pneumonias Adquiridas na Comunidade. ANO 2022. 

 

 
 

#106 Política Nacional da Pessoa Idosa

O podcast aborda informações importantes sobre a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI), suas  nove diretrizes, quais os principais desafios em sua implantação na Atenção Primária e qual o papel dos profissionais da saúde e da gestão para a implantação da política no Estado e Município.

Referências:

Ministério da Saúde. Política Nacional do Idoso: Lei nº 8.842, de janeiro de 1994. 1ª edição. Brasília. Reimpresso em maio de 2010. Disponível em:https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/politica_idoso.pdf

Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Atlas; 1988.

BRASIL. Guia de Políticas, Programas e Projetos do Governo Federal – compromisso nacional para o envelhecimento ativo. Neusa Pivatto Müller (Org.). Brasília: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, 2015. Disponível em: <https://sbgg.org.br/wp-content/uploads/2014/10/1436207288_Guia_de_poli_ticas_pu_blicas_2015.pdf>

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Orientações técnicas para a implementação de Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa no Sistema Único de Saúde – SUS [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2018.

 

Conteudista: 

Adriele Taiane dos Santos Souza- Médica residente de Medicina de Família e Comunidade (FESF/SUS)

Telessaúde Bahia – Podcasts: Política Nacional da Pessoa Idosa. ANO 2022. 

Episódio I –  Desafios na Implantação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa na perspectiva da Atenção Básica – parte I – 1ª a 4ª Diretrizes

Episódio II – Desafios na Implantação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa na perspectiva da Atenção Básica – parte II – 5ª a 9ª  Diretrizes 

IMPORTANTE: A PARTIR DO MINUTO 3:28 ONDE SE ESCUTA 8ª DIRETRIZ , CORRIJA PARA 9ª DIRETRIZ

Episódio III – Desafios na Implantação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa na perspectiva da Atenção Básica – parte III 

 

#105 Síndrome de Burnout

O podcast aborda informações importantes sobre a Síndrome de Burnout, o seu  diagnóstico e manejo.

Conteudistas: 

Marina da Silva Barbosa– Residente de Medicina de Família e Comunidade pela FESF (Fundação Estatal Saúde da Família)

Telessaúde Bahia – Síndrome de Burnout. ANO 2022. 

 
 

#104 Varíola dos macacos

O podcast aborda informações importantes sobre a varíola dos macacos. O que é? Formas de transmissão, período de incubação, principais sintomas e período de transmissão.

Referências:

BAHIA. Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde. Comunicado de risco n.º 10 de 21 de junho de 2022

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de saúde Ambiental, do Trabalhador e Vigilância das Emergências em Saúde Pública – DSASTE. Coordenação Geral de Emergências em Saúde Pública – CGESMP. Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde – CIEVS. Comunicado de Risco n.º 06 de 19 de maio de 2022

Conteudistas: 

Ellen Caroline da Silva Santos, fisioterapeuta sanitarista, residente de Saúde Coletiva com concentração Planejamento e Gestão em Saúde ISC/UFBA.

Taís Almeida Santana – cirurgiã-dentista, residente de Odontologia de Família e Comunidade FESF-SUS.

Telessaúde Bahia – Varíola dos macacos. ANO 2022. 

 
 

#103 Queimaduras

Queimadura é toda lesão provocada pelo contato direto com alguma fonte de calor ou frio, produtos químicos, corrente elétrica, radiação, ou mesmo alguns animais e plantas ( como larvas água-viva, urtiga). Elas podem ser classificadas como queimaduras de primeiro grau, de segundo grau, de terceiro grau, a depender do nível de acometimento da pele. Vamos apreender um pouco mais sobre o que fazer diante de um quadro de queimadura.

 Referências:

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Biblioteca Virtual em Saúde. Segunda Opinião Formativa. Núcleo de Telessaúde Sergipe. [Recurso eletrônico]. Link de acesso https://aps-repo.bvs.br/aps/quais-os-cuidados-iniciais-para-vitimas-de-queimadura-por-fogos-de-artificio/. Ano 2016.

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Biblioteca Virtual em Saúde. Segunda Opinião Formativa. Núcleo de Telessaúde do Rio Grande do Sul. [Recurso eletrônico. Link de acesso https://aps-repo.bvs.br/aps/qual-o-melhor-manejo-para-pacientes-com-queimadura-de-segundo-grau/. Ano 2008.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012.

Tratado de Medicina de Família e Comunidade: princípios, formação e prática [recurso eletrônico] / Organizadores, Gustavo Gusso, José Mauro Ceratti Lopes, Lêda Chaves Dias; [coordenação editorial: Lêda Chaves Dias]. – 2. ed. 

Conteudista: 

Soraia Cedraz – Médica de Família e Comunidade (FESF/Fiocruz).

Telessaúde Bahia – Queimaduras. ANO 2022. 

 
 

#102 Esporotricose

A esporotricose humana é uma micose subcutânea causada pelo fungo da espécie Sporothrix spp. A infecção ocorre geralmente pelo contato do fungo com a mucosa da pele. A doença, suas formas clínicas, e o seu respectivo tratamento são abordagens levantadas neste podcast. Confira!

Referências:

NOTA INFORMATIVA N.º 02 SMS/DVIS/VIEP/CCZ 15 de junho de 2021.

Kauffman Carol A. Características clínicas e diagnóstico da esporotricose. Uptodate. 2022. Feb 08:1-8.

Kauffman Carol A. Tratamento da esporotricose. Uptodate. 2021 Dec 06:1-8.

Prefeitura do Município de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde, Coordenadoria de Vigilância em Saúde. Norma técnica 09 DVE/DVZ/COVISA/2020: Vigilância e Manejo Clínico da Esporotricose Humana no município de São Paulo. Norma técnica 09 DVE/DVZ/COVISA/2020. 2020. Jul 30:1-37.

Esporotricose Humana [Internet]. [place unknown]; 2020 Nov 16. Como prevenir a Esporotricose Humana?; [cited 2022 May 20]; Available from: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esporotricose-humana-1/esporotricose-humana

Conteudista: 

Tárcio Freire – especialista em clínica médica e médico residente de Medicina de Família e Comunidade (FESF/SUS) / CRM: 32.251

Telessaúde Bahia – Esporotricose. ANO 2022. 

 
 

#101 Dengue - Diagnóstico e Classificação de casos.

O Podcast aborda o diagnóstico da dengue, orienta para a classificação correta dos casos, a notificação da doença e sobre seu tratamento.

Referências:

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – 5. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2021/05/dengue-manejo-adulto-crianca-5d.pdf 

Conteudista: 

Mariana Pierre – Médica residente em Medicina de Família e Comunidade pela FESF/SUS (FIOCRUZ). CRM BA: 37.080

Telessaúde Bahia – Dengue – Diagnóstico e Classificação de casos. ANO 2022. 

 
 

#100 Série: "Atenção Primária em Foco"

Trata-se de uma série de podcasts com 10 episódios, falando sobre a importância da atenção primária que tem por objetivo promover a educação permanente para os profissionais de saúde. 

Referências da Série:

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2017.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2017.

GIOVANELLA, Ligia et al. Sistemas Municipais de Saúde e a Diretriz da Integralidade da Atenção: Critérios para Avaliação. Saúde em Debate, v.26, n.60, p.37-61, jan/abr. 2002. 

GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Leda Chaves. Tratado de Medicina de Família e Comunidade – Princípios, Formação e Prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed; 2019.

 

MENDES, Eugênio Vilaça. Os modelos de atenção à saúde. As Redes de Atenção à Saúde [internet]. Brasília, DF: Organização Panamericana de Saúde, 2011.

 

OLIVEIRA, Maria Amélia de Campos; PEREIRA, Iara Cristina. Atributos essenciais da atenção primária e a estratégia saúde da família. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 66, n. SPE, p. 158-164, 2013.

 

STARFIELD, B. Atenção primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: Organização das Nações Unidas para Educação. Ciência e Cultura, 2002.

Fundos musicais extraídos do www.besound.com

 

Conteudistas: 

Ana Quésia Cerqueira Machado Pitta, sanitarista, residente de Saúde Coletiva com concentração Planejamento e Gestão em Saúde ISC/UFBA.

Adriele Taiane dos Santos Souza, residente de Medicina de Família e Comunidade FESF-SUS.

Ellen Caroline da Silva Santos, fisioterapeuta sanitarista, residente de Saúde Coletiva com concentração Planejamento e Gestão em Saúde ISC/UFBA.

Jéssica Dayane Silva, médica, residente de Medicina de Família e Comunidade FESF-SUS.

Larissa Oliveira Nunes, dentista, residente de Saúde Coletiva com concentração Planejamento e Gestão em Saúde ISC/UFBA.

Mariana Arraes Pierre Cavalcante, médica, residente de Medicina de Família e Comunidade FESF-SUS.

Taís Almeida Santana – cirurgiã-dentista, residente de Odontologia de Família e Comunidade FESF-SUS.

Vitória Rodrigues de Santana – cirurgiã-dentista, residente de Odontologia de Família e Comunidade FESF-SUS.

Telessaúde Bahia – Série: Atenção Básica em Foco. ANO 2022.

Fundos musicais – Créditos : https://www.bensound.com 

Episódios da Série:

Episódio I – Atenção Primária e Atenção Básica: você sabe qual a diferença?

Episódio III – Logitudinalidade
 
 
Episódio VI – Processos de trabalho das equipes da Atenção Primária à Saúde
 
Episódio VII – Competências dos profissionais que atuam na Atenção Básica – Agente comunitário de saúde
 
Episódio VIII – Competências dos profissionais que atuam na Atenção Básica – Enfermeiro
 
Episódio IX – Competências dos profissionais que atuam na Atenção Básica – Médico
 

Episódio X – Competências dos profissionais que atuam na Atenção Básica – Dentista

#99 Métodos de prevenção primária na Atenção Básica de Saúde contra infecção pelo HPV.

O Human Papiloma Vírus (HPV) é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. O HPV é uma infecção sexualmente transmissível que, por sua vez, pode provocar neoplasia de colo de útero, a depender do tipo de vírus; pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus. Quando não é tratada, essa infecção, torna-se a principal causa de câncer do colo do útero e da garganta 

Referências:

  1. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 42, de 05 de outubro de 2018. Torna pública a decisão de aprovar o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS [Internet]. Diário Oficial da União, Brasília (DF), 2018 out 8 [citado 2020 ago. 29]; Seção I:88. 
  2. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Coordenação geral do Programa Nacional de Imunizações. Informe técnico sobre a vacina contra o papilomavírus humano (HPV). Brasília: nov. 2013. 

 

Conteudista: Álef Amorim – médico residente de Medicina de Família e Comunidade (FESF/SUS) / CRM: 36.356 

Telessaúde Bahia – Métodos de prevenção primária na Atenção Básica de Saúde contra infecção pelo HPV.

 

#98 Atuação do cirurgião-dentista na atenção domiciliar.

Você sabe a importância da atuação do Cirurgião-dentista nos atendimentos domiciliares? Sabe quais as competências deste profissional nesses atendimentos?
Neste podcast abordaremos a atuação do Cirurgião-dentista na Atenção Domiciliar.

Referências:

1 Brasil. Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017. Consolidação das normas sobre as ações e os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde. Brasília, DF: MS, 2017. Disponível em: http://portalsinan.saude.gov.br/images/documentos/Legislacoes/Portaria_Consolidacao_5_28_SETEMBRO_2017.pdf. Acesso em: 10 mar. 2022.
2 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência. Atenção Domiciliar na Atenção Primária à Saúde [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência – Brasília: Ministério da Saúde, 98 p. 2020.
3 Brasil. Ministério da Saúde. Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília, 2004. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/diretrizes_da_política_nacional_de_saude_bucal.pdf. Acesso em: 10 mar. 2022.
4 Brasil. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde; 2012.
5 NetoJ. M. de A. e S., NascimentoT. M. D. do, SilvaA. S. da, AnjosC. L. dos, MendonçaI. C. G. de. Cuidados odontológicos no atendimento domiciliar. Revista Eletrônica Acervo Saúde. Vol.13(3). 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.25248/reas.e6627.2021>. Acesso em: 22 mar. 2022.

Conteudista:
Tais Almeida Santana – Cirurgiã-Dentista formada pela UFBA; Residente em Saúde da família (FESF-SUS, 2021).

Telessaúde Bahia – Atuação do cirurgião-dentista na atenção domiciliar

 

#97 Endometriose

MARÇO AMARELO – MÊS MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO A RESPEITO DA ENDOMETRIOSE

A Endometriose é uma doença ginecológica crônica, que acomete mulheres em idade reprodutiva, com prevalência estimada entre 5% e 10% da população feminina nesta faixa etária. Seus sintomas variam desde dismenorreia intensa; dor pélvica crônica ou dor acíclica; dispareunia de profundidade; a alterações intestinais cíclicas. Entretanto, devido à variabibialidade em sua apresentação clínica, o diagnóstico precoce tende a ser prejudicado, podendo resultar em um tratamento tardio ou inadequado, bem como desenvolver desfechos mais graves – como um maior risco de infertilidade e lesões em órgãos subjacentes. Durante o mês de março aconteceu o movimento mundial “Março Amarelo”, voltado para conscientização sobre a endometriose, com o objetivo de conscientizar as mulheres e profissionais de saúde sobre a doença, sintomas, diagnóstico precoce e formas de tratamento.

Referências:  

Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Endometriose. São Paulo: FEBRASGO, 2021 (Protocolo FEBRASGO-Ginecologia, n. 78/Comissão Nacional Especializada em Endometriose). Disponível em: <https://sogirgs.org.br/area-do-associado/Endometriose-2021.pdf>

Rosa e Silva JC, Valerio FP, Herren H, Troncon JK, Garcia R, Poli Neto OB. Endometriose –Aspectos clínicos do diagnóstico ao tratamento. Femina. 2021;49(3):134-41. Disponível em: <https://docs.bvsalud.org/biblioref/2021/05/1224073/femina-2021-493-p134-141-endometriose-aspectos-clinicos-do-dia_CFa8LoS.pdf>

Silva CM, Cunha CF, Neves KR, Mascarenhas VHA, Caroci-Becker A. Experiências das mulheres quanto às suas trajetórias até o diagnóstico de endometriose. Esc. Anna. Nery 25 (4), 2021. https://doi.org/10.1590/2177-9465-EAN-2020-0374

Oliveira, L. A. F., Brilhante, A. V. M., & Lourinho, L. A. (2018). Relação entre ocorrência de endometriose e sofrimento psiquíco. Revista Brasileira Em Promoção Da Saúde, 31(4). https://doi.org/10.5020/18061230.2018.

Conteudista: Conteudista: Thais Prado Teixeira – Médica residente em Medicina de Família e Comunidade da FESF-SUS (FIOCRUZ), CRM: 31204.

Telessaúde Bahia – Endometriose

 

#96 FRAX Brasil – Uma ferramenta para rastreamento e detecção da osteoporose (Parte II)

Você conhece o FRAX Brasil?

Dividido em duas partes, esse episódio discute sobre a utilidade desta ferramenta, recomendada pela OMS, adaptada para a realidade nacional, como parte do rastreamento de osteoporose. Na Parte 1 (#95) abordamos os aspectos gerais do rastreio; na Parte 2 (#96) acontece a aplicação prática da ferramenta em um caso clínico.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Uma ferramenta para rastreamento e detecção da osteoporose (Parte I). Março/2022.

Referências:  

  • Radomisnki SC, Bernardo W, de Paula AP, Albergaria B-H, Moreira C, Fernandes CE, et al. Diretrizes brasileiras para o diagnóstico e tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa. Rev Bras Reumatol. 2017;57(S2):S452–S466. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbr/a/p8S8hk4qKxTC6gf45R48zwq/?format=pdf&lang=pt
  • Zerbini CA, Szeinfeld VL, Albergaria BH, McCloskey EV, Johansson H, Kanis JA. Incidence of hip fracture in Brazil and the development of a FRAX model. Arch Osteoporos. 2015;10:224. Disponível em:< https://abrasso.org.br/calculadora/calculadora/>
  • Fernandes, ECM. O FRAX® como instrumento de avaliação de risco e decisão terapêutica na osteoporose. Acta Reumatológica Portuguesa. 2012. Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/72006/2/29090.pdf
  • Rosen HN, Drezner MK. Clinical manifestations, diagnosis, and evaluation of osteoporosis in postmenopausal women. UpToDate. 2021. Acesso em 23 fev 2022. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-diagnosis-and-evaluation-of-osteoporosis-in-postmenopausal-women.
 

#95 FRAX Brasil – Uma ferramenta para rastreamento e detecção da osteoporose (Parte I)

Você conhece o FRAX Brasil?

Dividido em duas partes, esse episódio discute sobre a utilidade desta ferramenta, recomendada pela OMS, adaptada para a realidade nacional, como parte do rastreamento de osteoporose. Na Parte 1 (#95) abordamos os aspectos gerais do rastreio; na Parte 2 (#96) acontece a aplicação prática da ferramenta em um caso clínico.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Uma ferramenta para rastreamento e detecção da osteoporose (Parte I). Março/2022.

Referências:  

  • Radomisnki SC, Bernardo W, de Paula AP, Albergaria B-H, Moreira C, Fernandes CE, et al. Diretrizes brasileiras para o diagnóstico e tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa. Rev Bras Reumatol. 2017;57(S2):S452–S466. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbr/a/p8S8hk4qKxTC6gf45R48zwq/?format=pdf&lang=pt
  • Zerbini CA, Szeinfeld VL, Albergaria BH, McCloskey EV, Johansson H, Kanis JA. Incidence of hip fracture in Brazil and the development of a FRAX model. Arch Osteoporos. 2015;10:224. Disponível em:< https://abrasso.org.br/calculadora/calculadora/>
  • Fernandes, ECM. O FRAX® como instrumento de avaliação de risco e decisão terapêutica na osteoporose. Acta Reumatológica Portuguesa. 2012. Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/72006/2/29090.pdf
  • Rosen HN, Drezner MK. Clinical manifestations, diagnosis, and evaluation of osteoporosis in postmenopausal women. UpToDate. 2021. Acesso em 23 fev 2022. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-diagnosis-and-evaluation-of-osteoporosis-in-postmenopausal-women
  • US Preventive Services Task Force. Osteoporosis to Prevent Fractures: Screening. 2017. Acesso em 23 fev 2022. Disponível em: < https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/document/draft-recommendation-statement/osteoporosis-screening#bootstrap-panel–9>

Conteudista: Amanda de Brito Tavares de Lima – médica residente em Medicina de Família e Comunidade da FESF/SUS (Fiocruz). CRM BA 35345

Telessaúde Bahia – FRAX Brasil – Uma ferramenta para rastreamento e detecção da osteoporose (Parte I)

 

#94 Transtorno do Espectro do Autismo e a importância da aplicação do M-CHAT como instrumento de triagem.

O acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor é imprescindível no acompanhamento de crianças!  Todas as crianças com idade entre 18 e 24 meses deve ser triada para Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), mesmo que não tenha sinais clínicos claros e evidentes deste diagnóstico ou de outros atrasos do desenvolvimento.

Aprenda mais neste podcast sobre o M-CHAT, a ferramenta recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria para triagem do TEA, de fácil aplicação pelos profissionais de saúde durante consultas de rotina.

 

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Transtorno do Espectro do Autismo e a importância da aplicação do M-CHAT como instrumento de triagem. Fevereiro/2022

 

Referência:  

Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Científico de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento. Manual de Orientação. Transtorno do Espectro do Autismo. Nº 5, ABRIL DE 2019. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Ped._Desenvolvimento_-_21775b-MO_-_Transtorno_do_Espectro_do_Autismo.pdf>

Acesse o M-CHAT em: < https://mchatscreen.com/wp-content/uploads/2015/05/M-CHAT_Portuguese_Brazil.pdf> 

 

Conteudista: Amanda de Brito Tavares de Lima – médica residente em Medicina de Família e Comunidade da FESF/SUS (Fiocruz). CRM BA 35345.)

Telessaúde Bahia – Transtorno do Espectro do Autismo e a importância da aplicação do M-CHAT como instrumento de triagem

 

#93 Aspectos Clínicos e epidemiológicos da Influenza.

A Bahia tem vivido, além da pandemia de Covid-19, um aumento repentino no número de casos gripe causado pelo Influenza, acarretando o aumento das demandas nos centros de saúde do estado. Este episódio do podcast do Telessaúde Bahia dedica-se a falar sobre este tema, formas de prevenção e condutas em relação aos casos leves e aqueles mais graves.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Aspectos Clínicos e epidemiológicos da Influenza. Fevereiro/2022

Conteudista:

Vitor Carvalho – Médico Residente de Medicina de Família e Comunidade – FESF SUS BA (Fiocruz)

Telessaúde Bahia – Aspectos Clínicos e epidemiológicos da Influenza

 

#92 Doenças mais incidentes na ocorrência de enchentes e inundações.

Estamos acompanhando nos noticiários as fortes chuvas que tem ocorrido em diversas cidades da Bahia e suas consequências devastadoras. Essas situações ocasionam demanda natural da população por medidas que possam minimizar os efeitos e os riscos. As ações para minimizar os riscos de infecções e das consequências devem ser imediatas e efetivas, e nós, agentes da saúde, devemos ficar atentos aos problemas de saúde mais frequentes nessas situações!

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Doenças mais incidentes na ocorrência de enchentes e inundações. Janeiro/2022

Conteudista:

Alexandre M. Pimentel – médico residente em Medicina de Família e Comunidade da FESF/SUS (Fiocruz). CREMEB 35027

Telessaúde Bahia –  Doenças mais incidentes na ocorrência de enchentes e inundações.

 

#91 Ações de saúde sobre o território na preparação e respostas às inundações

Com os alagamentos, enchentes, enxurradas e deslizamentos que estão acontecendo na Bahia, é necessário que o setor Saúde esteja preparado para lidar com a situação. Por isso, o Telessaúde, em 3 episódios, traz orientações para os profissionais da saúde, com base no “Guia de preparação e resposta à emergência em saúde pública por inundação”. 

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. AÇÕES DE SAÚDE SOBRE O TERRITÓRIO NA PREPARAÇÃO E RESPOSTAS ÀS INUNDAÇÕES. Dezembro/2021

Referência

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância  em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Guia de preparação e resposta à emergência em saúde pública por inundação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. – Brasília :  Ministério da Saúde, 2017. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_preparacao_respostas_emergencia_saude_publica_inundacao.pdf>

Conteudistas:

Elis Carla Costa M. Silva – Enfermeira Teleconsultora do Núcleo Telessaúde Bahia / Diretoria da Atenção Básica / SESAB

Naiara Andrade – Enfermeira Obstétrica -Teleconsultora de Enfermagem do Núcleo Telessaúde Bahia / Diretoria da Atenção Básica / SESAB

Telessaúde Bahia –  Ações de saúde sobre o território na preparação e respostas às inundações

Episódio 1

#90 A importância da equipe multiprofissional e interdisciplinar na APS.

Esse podcast aborda a importância da equipe multiprofissional e interdisciplinar na APS, com uma sequencia de perguntas e respostas sobre o tema. 

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL E INTERDICIPLINAR NA PAS. Dezembro/2021

Referências utilizadas no podcast:

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 2.436, de 21 de Setembro de 2017. Brasília, 2017

COSTA, R. P. Interdisciplinaridade e equipes de saúde: concepções. Mental,  Barbacena ,  v. 5, n. 8, p. 107-124, jun.  2007.   Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-44272007000100008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em  14  dez.  2021

VIEGAS, S.M.F, PENNA, C.M.M. A integralidade no trabalho da equipe saúde da família. Esc Anna Nery (impr.) 2013 jan -mar; 17 (1):133 – 141. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ean/a/Mvw7qhGmg83v7x4bCFxhcsz/?lang=pt>. Acesso em 14 dez. 2021.

SCHERER, M.D.A,  PIRES, D.E.P, JEAN, R. A construção da interdisciplinaridade no trabalho da Equipe de Saúde da Família. Ciência & Saúde Coletiva 18(11):3203-3212, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/NxLM758P8PyYpZZyHdqWNMD/?format=pdf&lang=pt>. Acesso em 14 dez. 2021. 

NECKEL, G. L.; SEEMANN, G.; EIDT, H. B.; RABUSKE, M. M.; CREPALDI, M. A. Desafios para a ação interdisciplinar na atenção básica: implicações relativas à composição das equipes de saúde da família. Ciência & Saúde Coletiva, v. 14, p. 1463-1472, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/wkgRsgtkWpwQzwQfn4VfsVx/?lang=pt>. Acesso em 14 dez. 2021.

Conteudistas:

Ingrid Cedraz – cirurgiã-dentista e residente em saúde da família pela Fundação Estatal de Saúde da Família (FESF-SUS).

Karen Hofmann – nutricionista e residente em saúde da família pela Fundação Estatal de Saúde da Família (FESF-SUS).

Telessaúde Bahia –  A importância da equipe multiprofissional e interdisciplinar na APS

 

#89 ABCDE do melanoma

Esse podcast aborda o ABCDE do melanoma; um método simples que apoia a identificação de lesões suspeitas de melanoma.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. MANEJO ADEQUADO DA FERIDA POR MEIO DA FERRAMENTA TIME E INDICAÇÃO DAS PRINCIPAIS COBERTURAS E CORRELATOS. Novembro/2021

Conteudista:

Magda Renczakowski – residente médica em saúde da família pela Fundação Estatal de Saúde da Família (FESF-SUS).

Telessaúde Bahia – ABCDE do melanoma 

 

#88 Manejo adequado da ferida por meio da ferramenta time e indicação das principais coberturas e correlatos

Esse podcast está divido em 2 partes. A primeira aborda algumas recomendações quanto ao manejo adequado das feridas, trazendo pontos importantes sobre a ferramenta TIME. A segunda parte aborda algumas recomendações quanto à indicação das principais coberturas para um adequado tratamento.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. MANEJO ADEQUADO DA FERIDA POR MEIO DA FERRAMENTA TIME E INDICAÇÃO DAS PRINCIPAIS COBERTURAS E CORRELATOS. Novembro/2021

Conteudista:

Eliane Barbosa de Souza. Graduada em enfermagem pela Universidade Federal da Bahia (2020). Atualmente atua como enfermeira residente em saúde da família pela Fundação Estatal de Saúde da Família (FESF-SUS).

Telessaúde Bahia – MANEJO ADEQUADO DA FERIDA POR MEIO DA FERRAMENTA TIME E INDICAÇÃO DAS PRINCIPAIS COBERTURAS E CORRELATOS.

Telessaúde Bahia – MANEJO ADEQUADO DA FERIDA POR MEIO DA FERRAMENTA TIME – 1.

 

#87 Momento Telessaúde Bahia- Sofrimento e cuidados da paciente mulher diante do diagnóstico do câncer de mama

Este podcast do Telessaúde Bahia aborda outros pontos sobre o câncer de mama, que vão além do diagnóstico.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Sofrimento e cuidados da paciente mulher diante do diagnóstico do câncer de mama. Outubro/2021

Conteudista:

Celso Mendes – Residente de medicina de família e comunidade pela FESFSUS

Telessaúde Bahia – Sofrimento e cuidados da paciente mulher diante do diagnóstico do câncer de mama

 

#86 Momento Telessaúde Bahia- Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica na APS

Este podcast aborda algumas estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica na APS.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica na APS. Outubro/2021

Conteudista:

Steffane Costa – Enfermeira Residente

Telessaúde Bahia – Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica na APS

 

#85 Momento Telessaúde Bahia- Princípios do SUS

Este podcast aborda o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto política pública, princípios e diretrizes.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Princípios do SUS. Setembro/2021

Conteudista:

Ariane Gomes da Silva – Fisioterapeuta Residente NASF-AB/FESFSUS

Telessaúde Bahia – Princípios do SUS.

 

#84 Momento Telessaúde Bahia – Odontologia e alimentação saudável

A importância de uma alimentação saudável e os cuidados com a saúde bucal na perspectiva da atenção integral é o tema abordado no podcast do Telessaúde intitulado “Odontologia e alimentação saudável” .

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Odontologia e alimentação saudável”. Setembro/2021.

Conteudistas:

Adeilda Ananias de Lima. Cirurgiã-dentista. Especialista em Saúde Coletiva; Mestranda em Saúde Coletiva; Teleconsultora de Saúde Bucal do Telessaúde BA.

Alice Mota Lima. Cirurgiã-dentista. Residente em Saúde da Família da Fundação Estatal Saúde da Família.

Telessaúde Bahia – Odontologia e alimentação saudável.

 

#83 Momento Telessaúde Bahia – O cuidado em saúde bucal à pessoa com doença falciforme

Este podcast trata-se de uma produção conjunta do grupo PET (Programa de Educação Tutorial) do curso de Odontologia da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS Brasil – Bahia, com o Telessaúde Bahia e aborda o cuidado em saúde bucal à pessoa com doença falciforme. Apresentando suas principais complicações e  seu tratamento, especialmente no escopo da Atenção Básica.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Agosto/2021.

Conteudistas:

Nadjane Barbosa de Amorim Miranda – Médica especialista em Hematologia e Hemoterapia pela ABHH (Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia) , mestre em patologia pela Universidade Federal do Ceará e professora de Clínica Médica do curso de medicina da Universidade Estadual de Feira de Santana.

Viviane Sarmento, pós-doutora e doutora em Estomatologia, mestre em Odontologia, especialista em Radiologia Odontológica e professora da UFBA e da UEFS.

Catharine Luanne da Cruz Batista-Graduanda em Odontologia pela Universidade Estadual de Feira de Santana, Bolsista do Programa Institucional de Iniciação Científica do CNPq (PIBIC/CNPq); Membro do Programa de Educação Tutorial (PET Odontologia), pesquisadora no programa Observatório de Saúde Bucal Coletiva: Um Olhar Sobre o Território do Sisal na Bahia.

Telessaúde Bahia – O cuidado em saúde bucal à pessoa com doença falciforme.

 

#82 Momento Telessaúde Bahia – Violência obstétrica e suas diversas faces na prática profissional

Este podcast faz referências a alguns casos de violência obstétrica, a naturalização dessa violência e suas diversas facetas na prática profissional.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Conteudistas: Layla Fernandes, enfermeira residente da FESF.
Telessaúde Bahia – Violência obstétrica e suas diversas faces na prática profissional.

Telessaúde Bahia – Violência obstétrica e suas diversas faces na prática profissional.

 

#81 Momento Telessaúde Bahia – Teleodontologia

Este podcast aborda a Teleodontologia e as vantagens da sua utilização também no contexto da pandemia, especialmente no que tange o acesso dos usuários e cuidado continuado às pessoas. Seu objetivo é o de orientar os profissionais da Atenção Básica sobre o tema.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Universidade Federal da Bahia (UFBA. Teleodontologia. Junho. 2021.

Conteudistas: Alice Mota Lima e Adeilda Ananias – cirugiãs-dentistas.
Telessaúde Bahia – Teleodontologia.

Telessaúde Bahia – Teleodontologia.

 

#80 Momento Telessaúde Bahia – Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras

Este podcast aborda a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. Seu objetivo é o de orientar os profissionais da Atenção Básica quanto a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Universidade Federal da Bahia (UFBA. Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. Maio. 2021.

Conteudistas: Dra Aline Rocha, Dra Fernada Oliveira, médicas residentes em genética médica do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES), Salvador/BA.
Telessaúde Bahia – Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras – Parte I e II

Telessaúde Bahia – Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras – 1.

 

Telessaúde Bahia – Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras – 2.

 

#79 Momento Telessaúde Bahia – Diagnóstico laboratorial da doença de Chagas

Este podcast aborda o diagnóstico laboratorial da doença de Chagas. Seu objetivo é o de preparar os profissionais da Atenção Básica para orientar as famílias sobre a doença. Os conteúdos abordados incluem: a apresentação, manifestações clínicas e o diagnóstico labolatorial da doença, além de trazer orientações de cuidados na atenção básica para o usuário acometido pela doença.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Diagnóstico laboratorial da doença de Chagas. Maio. 2021.

Conteudista: Andrea Souza Perez Granja – Teleconsultora médica do Telessaúde BA

Telessaúde Bahia – Diagnóstico laboratorial da doença de Chagas.

#78 Momento Telessaúde Bahia-Cuidado às crianças com doença falciforme: o papel da Atenção Básica

Este podcast aborda o papel da Atenção Básica no cuidado às crianças com doença falciforme. Seu objetivo é o de preparar os profissionais da Atenção Básica a orientar as famílias no cuidado as crianças que possuem a doença. Os conteúdos abordados incluem: a apresentação, diagnóstico e manifestações clínicas da doença na criança, além de trazer  0rientações de cuidado que a atenção básica pode dar a família.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Cuidado às crianças com doença falciforme: o papel da Atenção Básica. Abril. 2021.

Conteudista: Cíntia Santos Conceição, teleconsultora de enfermagem do Telessaúde.

Telessaúde Bahia – Cuidado as crianças com doença falciforme: o papel da Atenção Básica.

#77 Momento Telessaúde Bahia – Orientações para profissionais de saúde sobre a pessoa com Doenças Raras (DR)

Este podcast traz algumas orientações para os profissionais de saúde sobre Doenças Raras, tendo em vista que as DR são diversas, ainda se carece de mais informações a respeito, inclusive profissionais habilitados para que possam realizar o diagnóstico precoce e com isso estabelecer também intervenções, cuidados em saúde precocemente.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família. Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Orientações para profissionais de saúde sobre a pessoa com Doenças Raras. Fevereiro. 2021.

Conteudista: Angelina Acosta, médica geneticista, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Bahia da UFBA.

Telessaúde Bahia – Doenças Raras.

#76 Momento Telessaúde Bahia – Orientações para o ACS sobre a pessoa com IST/HIV e DSTs

Este podcast  traz algumas orientações para o agentes comunitários de saúde sobre a pessoa com IST/HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, ressaltando as formas de transmissão, prevenção e tratamento dessas doenças.

Fonte: BAHIA, Telessaúde. Diretoria de Atenção Básica. Fundação Estatal Saúde da Família (Fesf-SUS) Núcleo Técnico Científico de Telessaúde. Orientações para o ACS sobre a pessoa com IST/HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. Janeiro. 2021.

Conteudista: Elis Carla Costa Matos Silva – Teleconsultora de Enfermagem

Telessaúde Bahia – Orientações para o ACS sobre a pessoa com IST/HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.